Renda Extra

21/07/2022

Quais mudanças o Metaverso pode trazer para a experiência de aprendizado no futuro?


 Empresas de todos os setores já investem em experiências virtuais;
no mercado da educação, não poderia ser diferente


O metaverso, em uma explicação bastante simplificada, é um ambiente virtual que tenta replicar a realidade.

Embora isso pareça algo extremamente moderno, o conceito existe há certo tempo. A primeira vez que o metaverso foi citado foi no livro de ficção científica Snow Crash, do autor Neal Stephenson, em 1992. O filme Matrix (1999), dirigido pelas irmãs Wachowski, é uma das representações mais famosas.

Nesse mundo digital, as pessoas podem fazer de tudo: socializar, namorar, trabalhar e, é claro, estudar. Na maioria dos casos, isso é feito através dos avatares, que são bonecos 3D personalizáveis.


Investimentos bilionários


Antes de mais nada, é importante destacar que o metaverso é a grande aposta da tecnologia. As empresas do setor já dominaram as redes sociais – e agora querem mais.

Mark Zuckerberg, criador do Facebook, levou o metaverso para debaixo dos holofotes de vez, desde que anunciou que a organização Facebook Inc. passaria a se chamar Meta. Hoje, quando os aplicativos do Facebook, Instagram e WhatsApp são abertos, há uma indicação no final da tela: “from Meta”.

Zuckerberg também divulgou que investiria US$ 10 bilhões na expansão de seu novo projeto, afirmando que o metaverso é o “próximo capítulo da internet”.

As possibilidades de realidade aumentada, compartilhamento de ambientes virtuais imersivos, inteligência artificial, criação de espaços híbridos que espelham o mundo físico, digitalização das atividades humanas e soluções embasadas na famosa Internet das Coisas fizeram com que empresas de todos os segmentos embarcassem no meta.

Adidas, Dolce & Gabbana, Itaú, Samsung, Budweiser, Disney, Microsoft, Nike, Gucci, Tinder, NVIDIA, Epic Games, dentre várias outras, já investiram pesado no metaverso.

Globalmente, até 2020, a tecnologia movimentou mais de US$ 47 bilhões em investimentos. Uma estimativa feita pela empresa de consultoria Emergen Research mostra que esse número pode se estender até os US$ 828,9 bilhões até o final de 2028.


Educação no Metaverso


Em teoria, o metaverso poderia enriquecer o processo de aprendizagem. O quão fascinante não seria se um estudante de história, por exemplo, pudesse se transportar, sem sair do lugar, para a Grécia Antiga ou a Idade Média? Ou se alunos de astronomia pudessem observar de perto as estrelas da Via Láctea?

No Brasil, existem algumas iniciativas, como a MedRoom, uma edtech (empresa que cria soluções tecnológicas para o meio da educação) fundada em 2016 que oferece treinamentos para estudantes de medicina com óculos de realidade virtual.

A plataforma tem laboratório de anatomia humana, consultório de simulação clínica para atendimento a pacientes e central de lâminas para exames.

A vantagem, de acordo com o CEO Vinícius Gusmão, é a possibilidade de fazer uma navegação atômica realista em um corpo vivo, o que não seria possível em uma sala normal. Nas universidades, isso é feito com cadáveres ou manequins.

A ideia, segundo Gusmão, é apresentar formatos diferentes de interação com os conteúdos, possibilitando atividades que não seriam possíveis em aulas presenciais ou no ensino remoto.

No entanto, casos como o da MedRoom são isolados. O metaverso exige alto investimento, coisa que nem todas as instituições de ensino têm condições de proporcionar.

Com equipamentos, tecnologias avançadas e profissionais qualificados, o conteúdo deve ser de qualidade e ter um valor que os métodos convencionais de ensino não apresentam.

Isso é ainda mais difícil no Brasil, visto que o país ainda não é equipado com as ferramentas necessárias, como a mais básica de todas, que é a internet de alta velocidade. Para que o metaverso funcione da melhor maneira, uma conexão rápida é necessária.

O problema é que, de acordo com o site de métricas digitais Speedtest, o Brasil está na 73ª posição no ranking global de velocidade de internet. Isso pode mudar com a recente chegada do 5G, mas a disponibilização para todas as regiões ainda pode demorar consideravelmente.

Alunos brasileiros de cursos de tecnologia vêm estudando o assunto e desenvolvendo produtos relacionados ao meta. Encontrar o equilíbrio entre o realismo e a fantasia é um dos maiores desafios. Mesmo que o metaverso não exija que as leis da física sejam seguidas, ainda precisa de certos aspectos da realidade.

Além disso, quem pesquisa sobre o assunto afirma que a tecnologia ainda não é madura o suficiente. Embora assistir uma aula pelo metaverso com óculos de realidade virtual possa ser mais favorável à concentração e imersão ao conteúdo do que o EAD, detalhes simples podem incomodar, como a ergonomia.

Depois de um tempo, o óculos fica pesado e desconfortável, acabando com o foco dos estudos. Isso mostra que ainda há muito o que evoluir, dos parâmetros mais básicos aos mais complexos.

Pesquisas mostram que países que investem na inserção da tecnologia na educação têm uma taxa bem menor de evasão escolar e espera-se que o metaverso contribua para esse cenário em um futuro não mundo distante.

Esse processo, contudo, deve ser gradativo. A integração de uma novidade tão grande leva tempo, envolvendo não apenas a área da educação e tecnologia, mas também da economia e política.


Atualmente: tecnologia na educação


Enquanto o dia em que o metaverso seja uma parte intrínseca do aprendizado não chega, estudiosos de todo o mundo podem se beneficiar de outras vantagens da tecnologia.

O próprio ensino remoto, forçadamente popularizado pela pandemia, foi novidade para muita gente, mesmo que o EAD exista há tempos.

Diante desse cenário, as instituições de ensino aperfeiçoaram seus espaços digitais, otimizando as ferramentas para ministração de aulas, troca de informações entre alunos e professores, bibliotecas virtuais, simulações de ambientes, plataformas para a realização de atividades e provas online, etc.

E falando em provas, até mesmo as pessoas que ainda não fazem parte do corpo discente de nenhum colégio ou universidade podem aproveitar as facilidades da tecnologia, como é o caso do vestibular online.

Nesse caso, os candidatos escolhem a melhor data e horário, de acordo com suas agendas, e fazem o teste sem sair de casa. Dentro de poucos dias, recebem o resultado.








19/07/2022

Mercado de energia solar cresce e tende a aumentar ainda mais com o passar dos anos

 


Geração de energia fotovoltaica é cada vez mais buscada pelos consumidores como uma alternativa ao aumento do preço nas contas de luz.


Desde o início de 2022, houve vários reajustes nas tarifas aprovadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). As contas de luz dos brasileiros tiveram variação de até 24%. Neste cenário, o mercado de energia limpa e renovável, como a solar, tem se mostrado promissor.

Na primeira semana deste ano, o número de consumidores de geração distribuída solar fotovoltaica ultrapassou a marca de 1 milhão. É o que diz um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).

E as expectativas para 2022 aumentaram ainda mais com o marco legal da microgeração e minigeração distribuída, criado pela Lei Federal 14.300/22.


O que é o marco legal da micro e minigeração de energia?


O marco legal surgiu através do texto sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro em janeiro deste ano. A lei, além de aquecer o mercado de energia fotovoltaica em 2022, também traz mudanças para o ano seguinte.

Atualmente, não existem taxas de custo de distribuição para o consumidor de energia fotovoltaica. Mas, ainda assim, é cobrada uma taxa de disponibilidade, que corresponde à taxa mínima da conta de luz.

Com a nova lei entrando em vigor a partir do dia 7 de janeiro de 2023, quem aderir a este modelo de energia pagará, de forma gradativa, uma taxa relativa aos custos da distribuição e os investimentos de infraestrutura da distribuidora.


Expectativas para 2022


O mercado de energia fotovoltaica se mostra cada vez mais benéfico para os consumidores, seja nas residências, comércios e serviços, produtores rurais, indústrias e até para o poder e serviços públicos

De acordo com o texto sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, aqueles que já realizavam o consumo de energia fotovoltaica antes da publicação da lei, estarão isentos da cobrança por 23 anos, assim como quem aderir a essa fonte de energia até janeiro de 2023.

Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), antes do marco legal, as atividades eram reguladas por meio de resoluções da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Por isso, agora com o marco legal, haverá mais segurança jurídica para o mercado, o que incentiva mais ainda a adesão ao mercado este ano.

Além disso, não haverá mudanças que prejudiquem aqueles que já investem nesse modelo de geração própria de energia.


Benefícios do marco legal


O mercado de geração própria de energia está aquecido em 2022, ano que vem sendo chamado de “ano da energia solar”. Abaixo vamos listar alguns dos motivos que mostram o motivo.


Isenção dos custos de distribuição e infraestrutura


Para os consumidores que já usavam os sistemas de geração própria de energia antes da publicação da lei, não vão ser cobradas taxas até 2045. Nestes casos, haverá isenção das tarifas por mais de 20 anos.

Essa isenção também se aplica a quem aderir a esse sistema até 12 meses após a sanção da lei, ou seja, até janeiro de 2023. Após essa data, será cobrada uma taxa pela energia excedente que não é consumida, em outras palavras, aquela que é injetada na rede de distribuição. 

Mas essa mudança não acontecerá do dia para a noite, pois haverá um período de transição gradual. Quem aderir entre janeiro de 2023 até julho do mesmo ano, terá um “desconto” de 4,1% para custear a infraestrutura elétrica.

Essa transição se aplica até 2030. Mas, a partir do ano seguinte, haverá uma nova regra que ainda será estabelecida pela Aneel.

Mas as regras são diferentes para quem aderir ao mercado de produção de geração própria de energia após o dia 7 de julho de 2023. Neste caso, a transição será mais curta. Ela será a mesma até 2028, mas a partir do ano seguinte o percentual ainda não está definido.


Incentivo econômico e ambiental


Informações divulgadas pelo Inel (Instituto Nacional de Energias Limpas) e ABS (Associação Baiana de Energia Solar), a nova lei deve trazer benefícios de cerca de R$50 bilhões para o setor até 2035. 

Como dissemos anteriormente, o Brasil sofre cada vez mais com o aumento da conta de luz. Motivos como a falta de chuva e o aumento constante do consumo afetam diretamente o bolso dos brasileiros. 

Por isso, novas fontes de energia limpa e renovável se mostram cada vez mais como alternativa mais econômica e sustentável. E neste quesito, o marco legal traz benefícios ambientais como a redução de perdas elétricas e a contribuição para a manutenção do volume da água nos reservatórios. 

A nova lei também estabelece a criação de um Programa de Energia Renovável (PERS), que tem como objetivo democratizar o acesso à energia renovável em comunidades de baixa renda.

Além disso, o marco legal também traz benefício econômico, pois auxiliará na redução da necessidade da utilização das bandeiras tarifárias.


Mercado acessível


O acesso à geração própria de energia está cada vez mais acessível. Hoje, é possível encontrar diversas opções no mercado e agora é muito mais fácil obter financiamento para fazer adesão a esse modelo de energia fotovoltaica. 

De acordo com o presidente do Conselho de Administração da Absolar, Ronaldo Koloszuk, a solar já é a fonte mais barata no Brasil e no mundo. “Quanto mais energia fotovoltaica na matriz mais barata será a conta para todos os brasileiros (...)”, afirma Ronaldo.

Também é preciso levar em consideração que o investimento em um sistema fotovoltaico gera resultados durante anos e, apesar das mudanças impostas pela nova lei do marco legal, não haverá nenhuma mudança retroativa que prejudique o investimento de quem já opta por este modelo de energia.

Em 2022, a energia solar terá sua capacidade dobrada em relação ao ano anterior, graças ao marco legal e a procura de novas alternativas pelo consumidor para reduzir a conta de luz, é a previsão feita pela Absolar.

Ainda segundo a associação, a expectativa é de que sejam adicionados mais de 11,9 GW em potência de pequenos a grandes empreendimentos em 2022, ante os 13 GW atuais. Dos R$50,8 bilhões em investimentos previstos para este ano, a geração distribuída corresponderá a cerca de R$40,6 bilhões.








14/07/2022

Melhores calçados para usar no verão

 



Confira opções de sapatos bonitos e confortáveis para os dias mais quentes


No verão, é importante que os sapatos sejam bonitos, mas é indispensável que sejam confortáveis. Afinal, ficar com os pés fervendo dentro do calçado é extremamente desagradável.

É possível que os primeiros sapatos que surgiram na sua mente tenham sido chinelos e sandálias. Por mais que esses modelos sejam clássicos dos dias mais quentes, eles não são os únicos.

Existem vários outros tipos de calçados que você pode usar no verão, dos mais aos menos óbvios.


Mocassins e loafers


Os mocassins e loafers têm origem em uma tribo nativo americana chamada Powhatan, cujos membros usavam sapatos com couro não curtido e sem fechos. Os calçados eram chamados de “makasin”, que significa sapato na língua nativa.

Ao mesmo tempo, marinheiros noruegueses e fazendeiros usavam um tipo especial de calçado para trabalhar. Em 1926, um rapaz chamado Nils Gregoriusoon Tveranger, especialista na fabricação de sapatos, chegou em Aurland, na Noruega.

Ele começou a trabalhar no desenvolvimento de um novo modelo, inspirado tanto nos calçados dos noruegueses quanto na versão do povo Powhatan. Quando finalmente ficou feliz com o projeto, decidiu nomear sua criação de Aurland Moccasin, em homenagem a sua cidade.

Depois disso, esse estilo de sapato se espalhou pela Europa e ganhou o coração das maiores capitais de moda do mundo, como Paris e Milão – e não é para menos. 

Os mocassins e loafers são opções extremamente versáteis e elegantes. Ao mesmo tempo em que trazem uma estética clássica, são surpreendentemente modernos.

Mesmo que sejam fechados, o peito do pé fica exposto, o que evita o superaquecimento. Isso contribui ainda mais para o conforto que já é muito associado aos mocassins e loafers.

Além disso, é possível fazer inúmeras combinações com esses calçados, incluindo roupas mais formais. Por causa disso, são os queridinhos de quem precisa adotar vestimentas sociais para trabalhar.


Puff shoes


Os puff shoes são sapatos acolchoados. É possível encontrá-los em modelos fechados, como tênis ou botas, mas essa dica fala sobre as sandálias ou chinelos.

Esses calçados são mais estruturados do que os tradicionais, com um corpo mais “gordinho”. Isso é ótimo para proporcionar mais conforto e evitar calos, bolhas ou os eventuais cortes causados por tiras muito finas.

O puff shoe é um modelo controverso. Há quem ame e há quem odeie. Como tudo na vida, isso depende do gosto pessoal de cada um. O que ninguém pode negar, porém, é que esses calçados transformam qualquer look e chamam atenção por onde passam.

Por causa do visual casual, essas sandálias/chinelos são indicados para programas e looks mais despojados e informais.


Sandálias plataforma


Se você quiser um look mais elaborado para ir a uma festa ou mesmo num date romântico, nada como um bom salto para elevar o visual.

A sugestão da vez são as sandálias plataforma, que permitem que os pés respirem e ainda são bem mais confortáveis do que os saltos finos.

Isso porque a plataforma oferece mais apoio e estabilidade, equilibrando todo o peso do corpo no formato reto e sólido do salto.


Papetes


Muito se engana quem pensa que papetes são sapatos de crianças ou idosos. 

Esse tipo de calçado incorpora um visual super moderno e descolado. Como deixam grande parte dos pés expostos, são perfeitos para as temperaturas mais quentes, especialmente em passeios ao ar livre.

Extremamente confortáveis, as papetes abraçam e se encaixam aos pés a ponto de que a pessoa nem sinta que está usando os calçados.

Ficam perfeitos como roupas levinhas de tecidos suaves, como shorts, vestidos e macaquinhos.


Rasteiras


É claro que as famosas e amadas rasteirinhas não poderiam faltar nessa lista.

As rasteiras podem ser vistas como uma versão evoluída dos chinelos, visto que são feitas de vários materiais diferentes – incluindo couro – e tem detalhes variados, como pedraria, torções, fivelas, etc.

Embora as rasteiras de tiras finas sejam mais populares, é interessante dar uma chance aos modelos de tiras largas, que proporcionam um pisar mais firme e não machucam a pele mesmo se você andar bastante.

Combinam com tudo: calça jeans ou de tecido, camisetas, shorts, vestidos, saias, macaquinho, entre outras opções.


Tênis


Obviamente, os tênis são sapatos fechados, mas isso não significa que seus pés precisam ficar suados quando você os calça.

O primeiro passo é escolher um par que permita maior circulação de ar. Tênis feitos com diferentes tipos de tecido, sarja e até palha são algumas alternativas.

Outra forma de controlar o calor e a transpiração é escolhendo as meias certas. Prefira peças de algodão – o material não causa superaquecimento e permite maior passagem do ar.

Você também pode usar talcos e antitranspirantes próprios para os pés. Isso evita o suor em excesso e odores desagradáveis.


Sapatilhas bailarinas


Em algum momento da vida, toda mulher já usou a clássica sapatilha bailarina.

Sua versatilidade permite que esses calçados femininos combinem com qualquer tipo de roupa e em qualquer época do ano – tanto no verão, quanto no inverno.

O modelo original tem o bico arredondado, mas é muito fácil encontrar designs diferentes em lojas físicas e on-line. A escolha fica por conta do gosto de cada pessoa.

Recomendadíssimo para quem precisa se arrumar um pouco mais para ir ao trabalho, já que casam perfeitamente com roupas mais formais, são confortáveis e permitem que os pés não esquentem demais.





30/06/2022

Flacidez abdominal? Conheça os tratamentos

 


Se você sofre com a flacidez na barriga, confira quais são as melhores formas de combatê-la!


A barriga flácida pode ser um grande incômodo e causar, principalmente, problemas psicológicos, com sintomas preocupantes como o medo, a insegurança, o afastamento do convívio social e até o mau humor, em um número ainda maior nas mulheres.

Felizmente, nos dias de hoje, os tratamentos para esse problema estético estão cada vez melhores e mais acessíveis, possibilitando que as mulheres afetadas consigam fazer as pazes com a aparência e recuperar a autoestima.

Veja a seguir quais são as possíveis causas da flacidez abdominal e quais são os tratamentos disponíveis atualmente no mercado.

O que é a flacidez?


A flacidez é caracterizada pela perda da sustentação e da firmeza da pele ou do músculo. Ela ocorre quando a tonicidade se perde ou é danificada, causando o aspecto de “caído”.

Esse processo é natural e se associa a falta de fibras, que são responsáveis pela sustentação da pele, ou, ainda, pela ausência de elastina e colágeno.

São dois os tipos de flacidez: dérmica e muscular. Elas se diferem tanto pelo nível quanto pelos tratamentos.

Quando se pensa em flacidez dérmica, refere-se àquela que se vê na própria pele, isto é, é mais superficial e, consequentemente, mais fácil de se tratar. A causa, no geral, envolve a desorganização das fibras.

Já no caso da flacidez muscular, ela se encontra em níveis mais profundos e, obviamente, tem o tratamento mais difícil. Ela ocorre devido à própria perda das fibras de sustentação, e não apenas à desorganização.

Quais são as principais causas
da flacidez abdominal?


A flacidez pode ser causada tanto por fatores naturais quanto por alguns maus hábitos que desenvolvemos no nosso dia a dia.

É claro que, nos casos de causas naturais, são relativamente inevitáveis. Isso porque fogem do nosso controle. Entretanto, com o aperfeiçoamento da estética, é possível desacelerar esses processos e suavizar os efeitos.

Já nos casos decorrentes de mau hábito, a solução é um pouco mais simples, ou seja, basta eliminá-los.

Confira a lista de quais são os principais motivos que causam a flacidez:

  • Envelhecimento;
  • Gravidez;
  • Obesidade;
  • Efeito sanfona;
  • Sedentarismo;
  • Má alimentação;
  • Baixa hidratação;
  • Exposição solar sem proteção;
  • Uso de cigarros e bebidas alcoólicas.

É possível prevenir?


É claro que não se pode se iludir e pensar que existem milagres, porém, é possível, sim, evitar e prevenir a flacidez abdominal. 

A partir das causas que já aqui foram citadas, basta evitar e controlar o surgimento e o agravamento do quadro, seguindo as seguintes dicas:

  • Evitar o consumo de cigarros e bebidas alcoólicas, já que, além da flacidez, causam diversos malefícios para a saúde como um todo;
  • Aumentar a ingestão diária de água, porque a hidratação é essencial para se manter a qualidade da pele, por essa razão, tome aproximadamente dois litros de água a cada dia;
  • Consumir alimentos ricos em proteínas, pois são extremamente importantes para a manutenção dos músculos, quanto mais balanceada for sua dieta, mais seu corpo agradecerá;
  • Praticar exercícios físicos, porque, assim como nos casos anteriores, são excelentes para a saúde geral e, inevitavelmente, para a aparência.

Quais são os tratamentos disponíveis
para a flacidez?


Em alguns casos, somente a mudança de hábitos sugerida acima não é suficiente para combater a flacidez abdominal, o que pode ser frustrante para muitas pessoas. Entretanto, graças aos tratamentos estéticos disponíveis, há solução.

Continue a leitura a seguir e veja quais são as melhores opções para acabar com o seu incômodo e proporcionar a aparência desejada.

Radiofrequência


A radiofrequência é feita com o auxílio de um aparelho que emite ondas eletromagnéticas capazes de agitar as moléculas de água presentes nos tecidos, o que gera calor. 

Ao aquecer as camadas mais profundas, as fibras de elastina e colágeno são contraídas, o que confere maior firmeza para a pele.

Além disso, ocorre também o estímulo para a produção de novas fibras de colágeno e o rompimento das células de gordura, o que facilita a sua eliminação.

Criofrequência


A criofrequência é realizada através de um choque térmico. É utilizada uma ponteira que aplica temperaturas que podem chegar até a -10°C sobre a pele, em conjunto com a radiofrequência mono e multipolar, gerando um calor de aproximadamente 60°C.

Como resultado, há a mobilização das células de gordura e a estimulação da produção das fibras de elastina e colágeno, sem que ocorra queimaduras na pele.

Ultra Accent XL


O procedimento conhecido por Ultra Accent XL combina a radiofrequência com um ultrassom seletivo, o Shear Waves, que em conjunto estimulam o colágeno e facilitam o rompimento e eliminação das células de gordura, gerando mais sustentação.

Intradermoterapia


Esse tratamento nada mais é do que a injeção de algumas substâncias, como o ácido hialurônico, o silício, a vitamina C e o DMAE em uma camada intermediária da pele que, em conjunto, combatem a flacidez abdominal.

Infravermelho


A luz infravermelha promove a retração da pele e o aumento da produção de elastina e colágeno, em uma camada mais superficial da pele, sendo mais indicada para casos mais brandos.

Power Shape


Essa é uma técnica que combina laser, sucção a vácuo e radiofrequência em um único aparelho, potencializando os resultados e garantindo uma barriga mais firme.

Corrente Russa


Muito indicada para casos em que a flacidez é muscular, aplica-se uma corrente elétrica de intensidade controlada, que produz a contração muscular. O resultado, além da firmeza, envolve também sustentação e estimulação sanguínea e linfática.

Corrente Galvânica


A corrente galvânica também tem baixa intensidade e passa de um eletrodo para o outro, fazendo uma pequena agressão na pele. Ao cicatrizar, forma-se o tecido de colágeno que preenche as lacunas existentes, aumentando a firmeza da pele.

Carboxiterapia


Nesse procedimento, aplicam-se injeções de gás carbônico na pele, promovendo maior fluxo de sangue e oxigenação, além de novas fibras de elastina e colágeno.

Abdominoplastia


Há hipóteses em que os tratamentos estéticos não trazem os resultados desejados. A plástica na barriga é a solução.

Alguns pacientes necessitam fazer uma abdominoplastia pós bariátrica devido ao excesso de pele ocasionado pela rápida perda de peso, por exemplo. Nesses casos, é possível haver, até mesmo, reembolso pelo convênio médico.