Renda Extra

21/06/2021

Alimentos mais prejudiciais para a saúde

 


Alguns pratos e ingredientes que estão diariamente à mesa
são verdadeiros vilões para o corpo.

O ato de comer traz sensações extremamente prazerosas de satisfação e bem-estar existindo até mesmo uma explicação científica do porquê acontece isso.

Alguns nutrientes presentes em uma série de alimentos estimulam o funcionamento do cérebro, liberando elementos como dopamina, serotonina, endorfina e ocitocina.

Existe uma parte do sistema neurológico humano conhecida como centro de recompensa. Alguns estudos indicam que a dopamina dessa região fica bastante elevada durante as refeições, o que justifica ainda mais o sentimento de prazer quando comemos.

Vários alimentos que são menos saudáveis ativam o centro de recompensa cerebral, o que faz com que o consumo de comidas ricas em gorduras, açúcares e sódio seja exagerado. 

Obviamente, isso pode desencadear uma série de complicações para a saúde.

Confira abaixo alguns alimentos que são prejudiciais à saúde e que, muito provavelmente, fazem parte do cardápio cotidiano da sua casa.

Comidas congeladas

Refeições prontas em congelamento e que só exigem alguns minutos no microondas para ficarem prontas, têm o maior atrativo justamente por causa da praticidade e rapidez. 

São especialmente estimulantes quando estamos cansados e surge aquela preguiça que impede de cozinhar.

Essas opções, no entanto, devem ser consumidas com todo o cuidado possível. Esses alimentos congelados são cheios de gordura saturada, o que aumenta o nível de colesterol e o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Não que seja preciso nunca mais comer uma lasanha congelada à bolonhesa, por exemplo, apenas não exagere na dose e dê preferência a alimentos feitos em casa.


Macarrão instantâneo

Outro aliado na questão de economia de tempo, mas um vilão para a sua saúde.

Além dos altos níveis calóricos do próprio macarrão, o tempero responsável por saborizar a refeição possui altos índices de sódio.

A consequência do consumo exagerado de macarrão instantâneo é a elevação da pressão arterial, que em casos mais graves, pode levar a derrames, ataques cardíacos e problemas de colesterol.

Temperos industrializados

Se você gosta e tem disposição para se aventurar na cozinha, o conselho é esquecer os caldos e temperos industrializados, daqueles que vêm em tabletes ou em pós coloridos no supermercado.

O problema é que esse tipo de ingrediente tem um alto teor de sal e glutamato monossódico, um aminoácido não essencial que serve para realçar o sabor de alimentos.

Esse realçador de sabor não tem nenhum tipo de nutriente, mineral ou vitamina realmente importante para o nosso corpo, além de poder causar dores de cabeças e intoxicação do fígado quando consumido em quantidades muito grandes.

Por isso, sempre dê preferência a temperos naturais que podem ser feitos em casa ou encontrados facilmente em lojas especializadas e feiras ao ar livre.


Margarina

Um erro comum e muito popular é achar que a margarina é mais saudável e menos calórica que a manteiga. A verdade, no entanto, é que isso acontece exatamente de forma contrária.

A composição da margarina leva óleos vegetais hidrogenados, os responsáveis por dar aquela textura pastosa e sólida mesmo quando está fora da geladeira.

Esses óleos são cheios de gordura trans, que causam a acumulação do colesterol nas artérias, ampliando as chances de problemas no coração e no sangue.


Embutidos

As carnes embutidas como linguiças, salsichas e frios, foram criadas para que dessa forma o prazo de validade fosse mais longo do que em suas versões in natura, mas a questão é que essas opções têm taxas bem grandes de gordura saturada.

O sódio e corantes também elevam a pressão arterial e agridem o estômago. Os conservantes mais comuns nos embutidos são o nitrito e nitrato, substâncias potencialmente cancerígenas.


Pipoca de microondas

As pipocas de microondas são fáceis de preparar e ainda têm o bônus de conter versões saborizadas, como a popular pipoca de manteiga.

Apesar dessas vantagens, a pipoca de microondas tem muito sódio e gorduras. Além da própria composição da embalagem que pode ser perigosa.

De acordo com algumas pesquisas, as embalagens contém substâncias químicas que podem afetar diretamente no desenvolvimento de complicações pulmonares, distúrbios da tireoide e até câncer.

Por isso, quando surgir aquela vontade de comer pipoca, opte pela opção de se fazer na panela. Apenas tomando cuidado na quantidade de óleo e sal.


Como se cuidar?

Para evitar os males causados por esses e outros alimentos, a dica é manter um consumo equilibrado. 

Você não necessariamente eliminá-los do seu dia a dia, mas deve prestar bastante atenção na frequência e na quantidade do que come. Lembre-se que exageros raramente são positivos.

Outra recomendação é que realize periodicamente uma bateria de exames para conferir se está tudo bem com a sua saúde. Avaliações com nutrólogos e endocrinologistas para checar o colesterol, pressão arterial, glicemia e outros exames são muito bem vindos. 

Na dúvida, vá a um clínico geral e siga as orientações.

Se o seu problema for o excesso de peso, o que pode agravar a condição de doenças preexistentes ou dar origem a elas, procure também um médico para receber o parecer completo da sua situação e de como emagrecer. 

Exercícios físicos e dietas balanceadas geralmente são as recomendações mais comuns.

Caso sua luta com a balança seja mais antiga porque há certa dificuldade para emagrecer, converse com seu médico, o deixando a par de tudo. 

Dentre as possíveis soluções que podem ser passadas pelo profissional, existem a da dieta específica, a prática de modalidades eficazes de acordo com o caso e até a aplicação de um balão gástrico

Opções estas, que além de ajudar a perder peso auxiliam na conquista de uma vida mais saudável, livre de doenças e com maior longevidade. 


11/06/2021

Organize o seu tempo

 


Você evita que as tarefas se acumulem e ainda fica menos ansiosa


1. Adote um Calendário


Anote o que tem de fazer num planner e use o calendário do celular para ter acesso fácil aos rolês do dia.

Lembre-se de manter a agenda atualizada.

2. Planeje sua semana


Organize a semana no domingo. Não se esqueça de reservar um tempo para se distrair.

Relaxar é importante pra não se sobrecarregar.


3. Priorize!

Analise o que é mais urgente e anote primeiro no esquema semanal.

Assim, você não corre o risco de deixar o que é mais importante para depois caso apareça algum imprevisto.


4. Organize suas horas


Determine o tempo que vai gastar por dia com as atividades.

Estabeleça um horário para acordar e para dormir, além de quantas horas livres terá.


Gostou? Essas dicas te ajudaram? 
Comente e Compartilhe.

28/04/2021

Todos cuidados que você deve ter na manicure infantil

 

Conforme vão crescendo as crianças ficam mais vaidosas,
querem cuidar das unhas e deixá-las mais bonitas

Unhas decoradas e maquiagem produzida já não são coisas apenas de gente grande. A vaidade está aparecendo mais cedo e há meninas cada vez mais novas fazendo as unhas e tirando as cutículas.

Mas crianças podem fazer a manicure? Essa é uma dúvida que muitos pais têm e nesse artigo vamos entender o que pode e o que não pode quando se trata de manicure infantil.

Quando começar a cortar as unhas?

Em bebês com quatro semanas as unhas começam a ficar mais fortes e você já pode cortá-las. Faça isso com atenção e cuidado, se possível com a ajuda de alguém até você se acostumar.

Corte as unhas uma vez por semana, pois elas crescem depressa e ele ainda tem pouco controle e pode acabar se arranhando. Em crianças maiores, você pode cortar quinzenalmente ou quando for necessário.

Quais materiais usar?

Para cortar as unhas dos bebês, é importante usar uma tesoura de pontas redondas para não machucá-los.  O item deve ser usado só para isso, pois assim nenhum fungo ou bactéria passará das mãos dos adultos para as crianças. 

Quando crescer ela pode precisar de uma lixa que também deve ser usada apenas nela. É essencial que todos os materiais de manicure sejam individuais e depois de utilizados devem ser limpos e guardados.

Quando a criança pode começar a utilizar esmaltes?

A partir dos 2 anos as crianças podem começar a utilizar esmaltes, antes disso a aplicação não é recomendada. Isso porque os pequenos põem muito as mãos na boca e podem acabar comendo o produto.

Existem esmaltes específicos para crianças, à base d'água. Mas se for utilizar esmaltes normais, escolha os hipoalérgicos, para não correr o risco de causar uma alergia.

Quais são os principais cuidados
para a manicure infantil?

Há cuidados necessários para a manicure infantil. Seguindo eles você mantém a saúde das unhas da criança em dia:

•  Use produtos específicos para crianças, a duração pode ser menor  que a dos produtos para adultos, mas ajudam a garantir a saúde das unhas, pois são livres de materiais que podem fazer mal nessa idade.
•  Não tire as cutículas!  Elas protegem e evitam a entrada de agentes nocivos na raiz da unha. Removê-la só faz mal à saúde.
•  Conserve as mãos e unhas limpas e secas. Isso evita a proliferação de fungos e bactérias que podem prejudicar as unhas e trazer outras doenças, através do contato da mão com os olhos ou boca.
•  Mantenha as cutículas hidratadas com creme, isso evita pequenos ferimentos. Além de deixar a cutícula mais forte e impedir a criança de arrancá-la.
•  Evite usar acetona ou removedores de esmaltes. São produtos fortes que ressecam a pele e ajudam no surgimento de dermatites e alergias.

Tenha certeza de seguir todos esses cuidados ao fazer a manicure infantil. Use alicates, lixas e palitos novos ou esterilizados, junto de produtos que não comprometam a saúde da criança.

Quais decorações fazer na unha criança?

Com a variedade de cores e produtos disponíveis para pintar as unhas há várias possibilidades para dar aquele tcham nas mãos da criança. Pode optar por fazer as tradicionais francesinhas, listras, bolinhas e adesivos decorativos. Ah, e não esqueça do esmalte infantil, hein. 

Para fazer as francesinhas é preciso passar uma camada base de esmalte de uma cor e vir com outra cor para o detalhe. Pode fazer direto com o pincel ou usar uma fita para facilitar o processo.

Para listras e bolinhas você pode pegar um palito ou um boleador para fazer esses detalhes. E para um adesivo decorativo, basta colá-lo na unha e passar uma camada extra de brilho para finalizar. 

Agora você já sabe os cuidados que deve ter com a manicure infantil. Basta segui-los para garantir unhas bonitas e saudáveis nas crianças. 
















26/04/2021

Por que a Covid-19 tem provocado a queda de cabelos entre homens e mulheres?

Pesquisas identificam a relação entre queda de cabelo e COVID-19. Entenda quais as causas e a importância de manter os cuidados.

Com mais de um ano do início da pandemia da COVID-19, causada pelo coronavírus Sars-Cov-2, cientistas, médicos e pesquisadores ainda investigam todas as implicações da patologia no organismo durante a infecção e suas sequelas.

Depois de uma primeira onda e redução nos casos no final de 2020, o Brasil observa uma segunda onda no começo de 2021 com números ainda mais expressivos de pessoas acometidas e óbitos, aumentando o alerta e a necessidade de cuidados.

Hoje em dia é sabido que o acometimento da doença vai além do sistema respiratório, afetando até mesmo a saúde capilar.

Qual a relação entre COVID-19 e a queda de cabelo?

De acordo com médicos e especialistas, pode existir uma relação entre a COVID-19 e a queda de cabelo em homens e mulheres.

Segundo um estudo realizado pela Escola de Medicina da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, a queda de cabelo após a infecção por COVID-19 acomete um terço dos infectados e pode durar meses. 

Existem algumas hipóteses dos motivos dessa ocorrência com base em pesquisas anteriores sobre queda capilar. 

Imunidade

A COVID-19 é uma patologia diretamente relacionada ao sistema imunológico. 

As alterações de imunidade associadas à infecção podem ter seu papel no comprometimento capilar pós-COVID. 

A queda da imunidade pode levar a queda de cabelo mesmo quando o paciente se recupera.

Em geral, a queda de cabelo causada pela baixa imunidade é mais frequente em pessoas com quadros moderados a graves, mas também pode acometer aqueles que têm sintomas leves ou mesmo assintomáticos.

Medicamentos

Estudos científicos já demonstraram que alguns medicamentos podem influenciar a queda de cabelo.

O exemplo mais conhecido de queda por remédios é a dos quimioterápicos, mas a lista não se restringe a eles. Alguns dos medicamentos que podem contribuir para a queda fazem parte dos protocolos do tratamento da COVID-19.

Dessa forma, dependendo dos medicamentos ingeridos para combater a infecção, o paciente pode ter um fator a mais para se ter queda de cabelo.

Estresse e ansiedade

O estresse e a ansiedade são outros fatores que comprovadamente afetam a saúde capilar. A elevação dos níveis de cortisol pode antecipar a fase de queda do cabelo, chamada fase telógena.

Uma vez nessa fase, a queda do cabelo costuma ocorrer dentro de até 3 meses. Esse é o período médio de duração da fase telógena antes da queda efetiva do fio.

Um aspecto importante é que mesmo pacientes que não contraíram Covid-19 podem apresentar queda de cabelo por estresse e ansiedade em decorrência do nervosismo causado pela própria situação pandêmica.

O estresse também pode intensificar transtornos de ansiedade como a tricotilomania, que consiste na compulsão por arrancar o próprio cabelo.

Portanto, além dos cuidados com a saúde física é importante que também se fique atento à saúde mental, uma vez que ela está intimamente associada à  queda de cabelo.

Sintomas pós Covid-19

Para uma melhor compreensão da relação entre Covid-19 e queda de cabelo ainda serão necessárias muitas pesquisas. 

Pelo que se tem conhecimento até o momento, parece que a condição é passageira, normalizando-se, na maioria das vezes, entre três e seis meses.

Existem outros sintomas pós Covid-19 que também intrigam especialistas e exigem atenção e cuidado mesmo de pacientes recuperados, como: fadiga, fraqueza, dor de cabeça, perda de paladar e olfato e pneumonia em casos mais graves.

Por que manter os cuidados pessoais?

Mais do que uma doença individual, a COVID-19 é uma doença social, pois a vida de uns depende de cuidados e consciência dos outros.

Como visto, o Brasil está enfrentando uma segunda onda pandêmica, agravada pelo não cumprimento das medidas sanitárias e também pela variante brasileira do Sars-Cov-2, que é mais transmissível.

Dessa forma, é fundamental manter os cuidados sanitários no momento, principalmente:

● distanciamento e, quando possível, isolamento social;
● uso correto de máscara;
● redução dos deslocamentos;
● higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool 70%;
● manter locais com boa circulação de ar;
● evitar reuniões, festas e aglomerações.

Devido ao agravamento da situação pandêmica no Brasil, mesmo com o início da vacinação da população, esses cuidados são fundamentais para saúde individual, coletiva e manutenção da capacidade de atendimento médico pelas unidades de saúde.

A queda de cabelo após a COVID-19 ou mesmo em decorrência do estresse desencadeado pela situação pandêmica deve ser investigada por um especialista, que poderá fazer o diagnóstico das causas e indicar tratamentos capilares para recuperação dos danos.

O médico especialista em cabelos é o profissional mais qualificado para fazer essa investigação e recomendar o tratamento mais apropriado às necessidades do paciente.